Cristãos e muçulmanos na Península Ibérica:
Em 711 os Muçulmanos, provenientes do Norte de África e comandados por Tárique, invadiram a Península Ibérica. Dominada pelos Visigodos que, após a submissão dos Suevos (585), aí estabelecendo uma poderosa monarquia. Nos inícios do século VIII, a monarquia visigoda atravessava um período de grandes dificuldades em resultado de lutas internas pelo poder, caindo num estado de grande desorganização. O ataque do exército muçulmano deu-se a pedido de um grupo político-militar (facões) visigodos. A resistência oferecida aos invasores muçulmanos foi insignificante, passados três anos quase toda a península passou para o domínio muçulmano. Os muçulmanos foram tolerantes para com os vencidos. Na generalidade, os Visigodos, por acordo com os muçulmanos, continuaram na posse dos bens e a praticar a religião cristã. Do mesmo modo, muitas autoridades administrativas permaneceram nos seus lugares, mediante o pagamento de um imposto.
Nem todos os habitantes da Península Ibérica aceitaram o domínio Muçulmano. Um pequeno grupo refugiou-se nas regiões montanhosas do Norte – Astúrias e Pirenéus, onde organizou um movimento de resistência para recuperar o território. Os primeiros combates deram-se entre 718 e 722, quando as forças de Pelágio, nobre visigodo, derrotaram os muçulmanos na lendária Batalha de Covadonga. A este movimento de recuperação do território, sob o domínio muçulmano, deu-se o nome de Reconquista. A Reconquista foi feita de avanços e recuos. O movimento partiu de vários núcleos de resistência independentes uns dos outros – o da Astúrias, o dos Pirenéus e o da Catalunha. Progressivamente formaram-se vários reinos cristãos – os de Navarra, Leão, Castela e Aragão. A expulsão dos Muçulmanos da península, ao contrário da rapidez da invasão, foi muito lenta. Demorou quase oito séculos, só terminou em 1492 com a conquista do reino de Granada.
A partir do século VIII e até ao século XV, coexistiram na Península Ibérica duas comunidades com civilizações distintas – a Cristã e a Muçulmana (tipo de vida, religião, cultura e arte). A comunidade cristã vivia sobretudo da terra; as cidades eram pequenas e amuralhadas; o artesanato e o comércio eram pouco desenvolvidos. A comunidade muçulmana vivia em cidades muito maiores, a sua economia era mais urbana e mercantil. As religiões dos dois povos, o cristianismo e o islamismo, eram também diferentes. A nossa cultura era inferior á deles.
Após a invasão, muitos cristãos continuaram a viver nos territórios conquistados pelos Muçulmanos. Uns converteram-se ao islamismo – os chamados muladis os trajes e os costumes muçulmanos – os moçárabes. Estes viviam em bairros separados, tinham restrições no culto (proibição de ostentar a cruz e tocar o sino) e eram obrigados a pagar determinados impostos. Nos tempos de intolerância e de perseguição muitos moçárabes refugiavam-se em terras cristãs. Após a Reconquista do território, muitos muçulmanos continuaram a viver em terras cristãs. Eram os chamados Mouros. Conservam a sua religião e viviam em bairros separados (as mourarias), onde tinham as suas atividades e locais de culto. Estavam também, sujeitos a certas restrições de liberdade e ao pagamento de impostos. A maior parte dos mouros vivia nos meios rurais e dedicava-se á agricultura. As duas comunidades conheceram períodos de conflito mas também de tolerância e paz. Entre os dois mundos estabeleceram-se relações culturais e comerciais (ex. músicos e dançarinos muçulmanos participavam em festas cristãs de igual modo disputavam jogos entre si - xadrez por exemplo). Durante oito séculos, os muçulmanos deixaram um importante legado cultural.
- Formação do reino de Portugal
Na parte Ocidental da Península Ibérica, formou-se em meados do século IX, Entre-Os-Rios Lima e Douro, o condado de Portucale. Este território, que tinha por sede Portucale, (atual cidade do Porto) era administrado por condes locais e gozava de certa autonomia. No século XI as suas fronteiras alongaram-se até ao rio Mondego. Em 1086, um ataque Muçulmano pôs em perigo o Reino de Leão e Castela. Chegaram À Península Ibérica vários cavaleiros franceses, para travar esta investida, entre os quais se destacaram dois nobres da família dos Duques de Borgonha – D. Raimundo e D. Henrique. Em recompensa D. Afonso VI, Rei de Leão e Castela, concedeu a D. Raimund governo da Galiza e a sua filha D. Urraca e a D. Henrique o governo do condado Portucalense e a sua filha D. Teresa (feudo). Atesar de vassalo do Rei de Leão e Castela, o Conde D. Henrique procurou sempre alargar os seus poderes e dominar novos territórios. Quando morreu, (c. 1112), sucedeu-lhe, a chefia do condado, D. Teresa. A sua política de alianças com a família galega dos Travas pôs em risco a autonomia do condado. Esta circunstância levou forças autonomistas entre Douro e Minho (nobres, eclesiásticos, mercadores) a declararem-lhe guerra, derrotando-a na Batalha de S. Mamede, em 1128. Então, o governo do condado Portucalense, foi entregue a D. Afonso Henriques.
D. Afonso Henriques desenvolveu, À frente do Condado Portucalense uma ação notável:
- A nível político alargou o território Português até sul do Tejo (conquistas de Santarém, Lisboa, Alcácer) e obteve de D. Afonso VII Rei de Leão e Castela o título de Rei.
-a nível diplomático, alcançou o papa Alexandre III, através da bula Manifestis Probatum (1179), o reconhecimento do título de rei e da independência de Portugal.
Após a morte de D. Afonso Henriques (1185), o alargamento do território português prosseguiu com os reis D. Sancho II (1223-1247) e D. Afonso III (1248-1279). Com este ultimo monarca concluiu-se a conquista do Algarve (1249). A delimitação das fronteiras entre Portugal e Castela só se fixou pelo tratado de Alcanises (1297) no reinado de D. Dinis.
Datas Importantes:
1096 – Afonso VI, rei de Leão e Castela, concede o condado portucalense D. Henrique
1139 – Batalha de Ourique: Afonso Henriques toma a título de Rei de Portugal
1143 – Tratado de Zamora (D. Afonso Henriques Rei de Portugal)
1179 – Bula Manifestis Probatum (Confirmação papal da independência de Portugal)
1249 – Conquista de Silves e Faro (D. Afonso III)
- Economia nos Séculos XII a XIII
A população europeia era de 42 milhões de habitantes no ano 1000 e, em 1300, atingia já os 73 milhões. Este crescimento populacional deveu-se, inicialmente, ao termo das invasões de muçulmanos, normandos, húngaros e, também, a melhoria das condições climáticas. É particularmente visível por toda a Europa Ocidental; em Portugal, a população passou, no decorrer dos séculos XII e XIII, de 40 mil habitantes para cerca de 1 milhão. Deu-se principalmente na região entre Douro e Minho. Migrações de milhares de camponeses para o Centro e Sul do país. À medida que a Reconquista avançava no território nacional.
As populações em crescimento tiveram necessidade de ocupar novas terras. Cultivaram novas terras e arrotearam outras (florestas e pântanos). A conquista de novos espaços e a fixação dos rurais deram origem ao aparecimento de novas povoações - as chamadas villas-novas. Este movimento de conquista de novos espaços ocorreu em toda a Europa. Em Portugal, o alargamento dos espaços cultivados deveu-se a ação da Coroa (em especial com D. Sancho e D. Dinis), das ordens religiosas (como a Cister) e das ordens militares (como a de Santiago). O desenvolvimento da agricultura beneficiou de importantes progressos técnicos a partir do século XI, expandiram-se na Europa novos instrumentos e formas de cultivo:
- Utilização mais frequente do ferro, o que permitiu fazer melhores alfaias agrícolas, como por exemplo a charrua e a grade.
- Aplicação do sistema de rotação trienal das culturas nas regiões agrícolas mais ricas da Europa e melhoria da adubação dos campos (estrumes, pastagens livres)
- O uso do jugo frontal nos bois e da coelheira nos cavalos, o que fez aumentar a força de tração animal
Em resultado destes progressos técnicos, aumentou a área cultivada e os rendimentos da terra. Por isso, a produção agrícola quase dobrou e a fome diminuiu.
A partir do século XI, a população aumentou e a produção agrícola cresceu. Por isso, a comércio conheceu, também, um grande desenvolvimento por toda a Europa. A intensificação das trocas comerciais foi facilitada por importantes inovações:
- Nas vias de comunicação e nos transportes terrestres – abertura de novas vias, construção de pontes, utilização da ferradura nos animais de transporte e da atrelagem em fila nos cavalos
- Nos transportes marítimos novos equipamentos nos barcos (vela latina e leme na popa) a par da utilização da bussola, do astrolábio e portulanos, construção de molhes e de cais nos portos de mar e de rio.
Em consequência da animação do comércio, surgiram, nas povoações mais importantes e locais de fácil acesso, mercados e feiras. Estas foram criadas por monarcas e senhores através de cartas de feira, nas quais se estabeleciam as regalias e a s obrigações dos feirantes. Nos séculos XII e XII eram famosas as feiras da região de Champagne, em França, onde se reuniam mercadores de toda a Europa. Também em Portugal, os reis – com destaque para D. Dinis - fundaram dezenas de feiras. As eiras medievais deram origem a novas povoações e impulsionaram a economia das regiões. Passaram a circular muitas moedas de ouro e prata, umas cunhadas por reis e outras pelas grandes cidades. Surgiram, os cambistas, que avaliavam a equivalência entre as várias moedas, e os banqueiros, que recebiam depósitos faziam empréstimos. Nos fins do século XIII surgiu uma nova forma de pagamento, a letra de câmbio.
A partir do século XI também os núcleos urbanos se desenvolveram na Europa. Em consequência do incremento da economia, os artesãos e os mercadores fixaram-se nas cidades, que cresceram e expandiram-se para fora das muralhas que as cercavam. Formou-se, assim, um burgo novo, cujos habitantes passaram a ser conhecidos por burgueses. Este grupo social veio a desempenhar, com o decorrer dos tempos, um papel económico e social importante. Em Portugal, as cidades também crescera. Contudo, com exceção de Lisboa, os núcleos urbanos eram de pequena dimensão.
Na Europa dos séculos XII a XIV, a Itália não tinha unidade politica. No norte e centro, o território era dominado por cidades, com governo no próprio (repúblicas). Entre elas destacavam-se Veneza, Génova e Pisa, enriquecidas pelas trocas comerciais que faziam entre o Mediterrâneo oriental e o norte da Europa (liga hanseática/hansa). Os produtos orientais (especiarias, sedas, joias, plantas tintureiras), juntamente com produtos italianos (tecidos, armas e produtos de couro), eram distribuídos pela Europa através de vias marítimas e terrestres. A via terrestre mais utilizada seguia desde as cidades do Norte da Itália até à Flandres, passando pela região da Champagne (França). A via marítima mais importante ligava o mar mediterrâneo ao mar do norte, através de uma vasta rede de protos entre os quais se destacavam Cádis, Lisboa, La Rochelle, Bruges. A partir das cidades costeiras, os produtos seguiam pelos grandes para o interior da Europa. Em resultado da atividade económica, formou-se nas cidades italianas uma burguesia poderosa, de grandes mercadores e banqueiros.
A Flandres constituía outro polo importante na economia europeia nas suas cidades, como Bruges, Gand, Arras e Ypres, desenvolveram-se importantes indústrias de lã; por outro lado, por outro lado, eram centros ativos de comércio de produtos vindos do oriente (especiarias e sedas), do sul da Europa (sal, vinhos, lãs) e do báltico (peixe, cereais, peles, madeira). Em consequência do grande dinamismo económico da região, constitui-se, também, uma próspera burguesia. Também, as cidades do Norte da Alemanha e do Báltico - agrupadas numa grande associação mercantil, a liga hanseática ou a hansa - constituíam uma área importante da economia europeia. Os seus comerciantes levavam para a Flandres, Inglaterra, Europa Central e Oriental variados produtos, como trigos de Prúsia, peles da Escandinávia e da Rússia, madeiras, peixe seco e salgado do Báltico; na viagem de regresso, transportavam lãs inglesas, sal e vinhos franceses, especiarias e tecidos da Flandres. As restantes regiões do ocidente- Inglaterra, Alemanha do Sul, frança atlântica e P.I. – desempenhavam um papel secundário na economia europeia.
Até ao seculo XIII, Portugal esteve ocupado fundamentalmente com a Reconquista de território. Apesar disso, os negociantes portugueses os negociantes portugueses não deixaram de comerciar com o norte da Europa e com o mediterrâneo. Por outro lado, negociantes estrangeiros (em particular italianos) frequentavam os nossos portos, o que estimulou o comercio nacional. Terminada a Reconquista, esse comercio intensificou-se: mercadores portugueses estabeleceram-se em frança, flandres e Inglaterra e, por outro lado, monarcas estrangeiros concederam regalias aos mercadores portugueses. Estes levavam para o estrangeiro sal, vinho e azeite, no regresso, traziam cereais, metais, armas e tecidos.
Os monarcas portugueses reconheceram a importância do comercio externo e protegiam-no. Em 1293, mercadores, portugueses criaram, para apoio do comercio com o estrangeiro, a “Bolsa de Mercadores”. Esta estabelecia que todos os barcos portugueses que carregassem mercadorias nos portos do reino deviam pagar, por frete, uma determinada quantia. Constituiu-se, assim, um fundo de cem marcos na flandres e outro em Portugal, destinado socorrer mercadores em caso de necessidade. O rei D. Dinis confirmou este contrato. Na 2ª metade do século XVI, D. Fernando apoiou, também, o comercio internacional português com as seguintes medidas:
-concessão gratuita de madeiras, das matas reais a quem construi-se barcos de mais de cem tonéis;
-isenção de impostos na compra de navios no estrangeiro ou de materiais destinados á construção e sobre os produtos exportados na primeira vagem de negócios
-criação da companhia das naus, onde se registavam todos os barcos com mais de 50 tonéis; dos lucros obtidos no transporte de mercadorias retiravam-se 2%, destinados a compensar os barcos perdidos por naufrágio ou por outro motivo (piratas, por exemplo)
Mas, também, os monarcas portugueses concederam regalias a mercadores estrangeiros (italianos, catalães, ingleses) estabelecidos no reino, o que veio intensificar o comércio. Em resultado da renovação da economia europeia e das medidas tomadas, os portos portugueses animaram-se. Entre todos distinguiu-se Lisboa, ponto de confluência entre muitos mercadores vindos dos mais diversos portos da Europa.
Datas importantes: 1293 – D. Dinis confirma Bolsa de Mercadores; 1377 – D. Fernando cria a Companhia das Naus
- A organização politica e social de Portugal na 1ª Dinastia
O clero e a nobreza portugueses, tal como acontecia na Europa eram constituídos por estratos diversos e tinham uma situação privilegiada. Com efeito, eram grandes proprietários de terras e nelas gozavam de amplos poderes, como:
- Exigir o pagamento de rendas e serviços aos camponeses
- Recrutar tropas entre os homens que viviam nos seus domínios.
- Aplicar justiça, com exceção da pena de morte e do talhamento de membros que pertenciam ao rei (chamada justiça maior)
As terras do clero, em regra, chamavam-se coutos e as da nobreza honras. Os senhores exploravam diretamente essas propriedades através de servos e assalariados; outra parte delas (o chamado casal) era arrendada aos camponeses que, em troca, pagavam rendas e prestavam serviços. Os membros do clero e da nobreza, para alem da posse de terras, distinguiam-se pela ocupação de cargos, pelo uso se títulos e pela maneira de viver. Mas no nosso país, ao contrário do que acontecia em França, os seus poderes eram limitados pois cabia ao rei a chefia do exército, a aplicação de pena de morte, e a cunhagem de moeda. O feudalismo teve, assim, em Portugal características próprias.
O povo era constituído por vários estratos sociais, com predomínio dos camponeses. No Portugal medieval, para além das terras do senhor, existiam povoações de homens livres, os concelhos. Foram criados pelos reis com o objetivo de povoar e defender o reino. Neles viviam camponeses, mesteirais e mercadores. Os concelhos eram instituídos por um documento chamado carta de foral, que regulava os direitos e os deveres dos seus moradores. Os concelhos tinham órgãos de dever próprios, gozando por isso de grande autonomia admnistrativa. Eram dirigidos por assembleias de homens livres, controladas pelos estratos mais importantes do povo (mercadores e proprietários rurais). Estas assembleias dirigiam a vida económica e social dos concelhos. Com o aumento do poder real, em particular a partir de D. Dinis, a autonomia dos concelhos foi sendo progressivamente limitada.
Na Europa em resultado das invasões dos séculos VIII-X, os grandes senhores da nobreza e do clero usurparam poderes aos reis. Em Portugal, devido ás circunstancia em que decorreu a reconquista, os reis nunca ficaram com os poderes tao diminuídos como muitos dos monarcas europeus.com efeito, os reis portugueses conservaram o comando do exercito, a cunhagem de moeda e a aplicação da justiça maior. Contudo, com o decorrer dos tempos, alguns dos bens e direitos da coroa foram usurpados pelo clero e pela nobreza. Por isso, com vista a recuperar as terras que outrora lhes tinham pertencido, os monarcas, auxiliados pelos legistas, tomaram, a partir do século XIII, as seguintes medidas:
- Inquirições: inquéritos destinados a recuperar as terras e os direitos usurpados à coroa pelos grandes senhores.
- Confirmações: validação dos bens e regalias que, outrora, tinham sido concedidos pela coroa aos grandes senhores, eclesiásticos e nobres
-leis de desamortização: leis que procuravam impedira concentração de terras, obtidas por compra ou herança, nas mãos do clero
Ao mesmo tempo, a coroa reforçou a sua presença na administração do território, com a criação de novos funcionários e a publicação de leis para todo o país.
Até meados do séc. XIII, o rei foi auxiliado na governação do país pela Cúria Régia. Esta assembleia era constituída por membros da família real, da grande nobreza, do alto clero e pro altos funcionários, aconselhava o rei em assuntos de natureza admnistrativa, judicial e militar. O Povo não tinha lugar na cúria régia. As Cortes surgiram quando nelas participaram, para além do Clero e da Nobreza, representantes dos concelhos. Tal aconteceu, pela primeira vez, nas Cortes de Leiria, em 1254. As Cortes medievais portuguesas eram convocadas pelo monarca para tratar de assuntos económicos e financeiros (tabelamento de preços, desvalorização da moeda) e de assuntos de ordem política (conflitos com o clero, tratados de paz, contratos de casamento), entre outros. Nelas os representantes dos conselhos apresentavam queixas ou pedidos. Contudo, as Cortes não tinham função legislativa, pois esta pertencia ao monarca.
Apontamentos do Caderno
Como se procedeu a conquista Islamica da Península Ibérica?
Reis Visigodos: Vitiza (710) + Ágila II + Rodrigo (Roderick)
Muça Ibn Said – emir do norte de África
Tarik Ibn-Zaid – (chefe berbere)
Batalha de Guadalete (711)
Pelágio
Batalha de Covadonga (722)
Como se relacionavam os cristão e os muçulmanos entre os séc. VIII e XV na P.I. ?
Al-Andaluz (Península Ibérica)
Al-Grab (ocidente de andaluz)
Muladis
Moçárabes
Mudéjares – muçulmanos a viver em território reconquistado pelos cristãos
Mouros
Mourarias
Reconquista
Moçárabes
Cruzado
Condado
Independência politica
1143-tratado de Zamora
1179-bula Manifestis Probatum
Afolhamento
Arroteias
Feira (ano/mês/trimestral/…)
Letra de câmbio
Burguesia
Cruzadas
Dizima: imposto cobrado pelo clero, pago na época das colheitas, 10% da produção dos camponeses
Letra de câmbio
1293 - Bolsa mercadores D. Dinis
1377 – Companhia das naus D. Fernando
Banqueiro/cambista
Feira/carta de feira
Liga hanseática/hansa
Honra – terras da nobreza
Couto – terras do clero
Reguengos – terras do rei
Concelhos – povoação de homens livres
Carta de foral – documento régio que cria o concelho
Homens – bons/cavaleiros-vilãos – proprietários rurais
Peão/rendeiro – assalariados
Inquirições
Leis de desamortização
Curia régia – cortes
Centralização do poder regio – funcionários régios no concelho
Alcaide – chefe militar ou juiz que representa a autoridade do rei
Almotacé – trata dos abastecimentos ao concelho
Almoxarife – impostos
Meirinho – justiça
Corregedor – justiça/admistração com Afonso IV
Mordomo – cobra as rendas